sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Impressões digitais de um estranho País ( cont.)
261 - Nesta tarde pardacenta de Outubro, véspera de grandes manifestações nacionais da CGTP, apetece-nos dizer que anda, neste País, uma chusma de criminosos ao leme de um poder que, em cada dia que passa, mais se põe à margem da lei e da democracia. O orçamento de estado para o próximo ano, é a prova mais eficaz para tal afirmação.Não contém uma gotícula que seja de visão estratégica, independentemente do horizonte que defendessem, apenas e tão só, números que se cortam de acordo com as somas que se pretendem obter. Os cidadãos são meras coisas. O sector social, é mera demagogia e, com tal instrumento, tem morte anunciada. Este OGE serve para a engorda das grandes empresas que, por sua vez, tentam passar para o exterior, o máximo das mais valias que aqui obtêm. Estamos ante um crime de lesa-pátria se é que ainda a temos.A desesperança é a tecla mais tocada por esta governação de, na sua maioria, inconsistentes miúdos mimados que nada sabem da Vida e querem, à tripa forra, serem estadistas. O pior é que na Europa, as coisas não correm melhor. A traição ao ideal europeu é bem protagonizado por Durão Barrosos e seus pares de direita. Andam a brincar com o fogo. Por todo o lado, emergem sintomas do neo-fascismo e com todos os ingredientes, a começar pelo racismo mais xenófobo. De facto, o que esta confederação de direita que por aí campeia representa é traição em cima de traição aos seus Povos. Depois, como bons servos do grande capital, tornam-se carrascos dos seus concidadãos. Armam-se em sereias de mau agoiro quando lhes convém ganhar votos mas não passam de parcas espreitando moribundos. Portugal, enquanto cobaia da demência destes senhores, é o exemplo mais paradigmático que existe. A Administração Pública está condenada a ser privatizada na sua maior parte.O actual corte nos vencimentos que se soma aos cortes anteriores, é a regra que tal situação propõe.Não podemos nem queremos pactuar com tais dislates.Daí que não nos cansemos de acordar consciências antes que Portugal, enquanto Nação mais antiga da Europa e o primeiro exemplo de globalização não hostil, desapareça nas fauces de um capitalismo ávido de tanto que não respeita sequer a ameaça de auto-extinção que , cada vez mais, pesa sobre a Humanidade actual. Com as últimas autárquicas, deve-se recordar que muito está em jogo, incluindo a desfiguração do Poder Local enquanto garante absoluto da democracia. Jogos de centro direita só poderão trazer mais achas para uma fogueira que se adivinha e pressente, cada vez mais próxima. Assim, a "Marcha por Abril", tema das manifestações próximas, é um claro toque a rebate para que o Povo deixe de ter reticências aos cantos de sereia e, em definitivo, diga um estrondoso BASTA a toda esta canalha. De não esquecer: PSD é o campeão de políticos com crimes de corrupção, económicos e outros a pingar das suas mãos. Se houver justiça a sério... veremos se continuam impunes. Seja como for : Acordemos novas madrugadas e salvemos Portugal para nos salvarmos desta sanha destruidora com que nos querem destruir.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Impressões digitais de um estranho País (cont.)
260 - Saudade da pacata melancolia de Marraqueche!... da imponência imperial do Atlas!... da florida canção oceânica De um Atlântico que nos faz sonhar Um tempo árabe no nosso coração português!... saudades das feiras portuguesas e dos bazares islamizados!... saudade da alegria Humanamente inocente Brotando da alma desta gente Que sou eu Em corpo inteiro!... dos cheiros das especiarias Das ervas aromáticas Dos chás Da renda das marchetarias Do barro E da paz Que tudo isto traduz Desconhecido senhor do capuz!...
Quando a cidade é sitiada Pelo próprio rei De dentro para fora Como convém a qualquer traição Importa saber O que irá responder O Povo que a trabalha e sofre e ama. Só a covardia Pode determinar O apoio ao rei Mesmo que outros nomes tenha Para adocicar E se poder suportar A ruína que a miséria dá. Um Povo tem que aprender Que nenhum poder é eterno E que o único soberano É o Povo ou não fosse ele a alma De toda uma cidade Estado. Assim Com toda a calma Vamos saber se é o rei ou o Povo quem está arruinado!...
Ao redor Das fogueiras Das vaidades O rubor Das bandeiras Das cidades Tropeça-nos os dias Desafiando-nos a rebelar. Aproxima-se a rebelião dos tempos adormecidos Que toda esta construção Tudo transforma em desfavorecidos. Remando em mar revolto Cansa corpo Exaure a vida Se vou já não volto Que não falta gume a tanta ferida. Morre lenta e devagar Ave impedida de voar!...
Mudanças. Profundas mudanças. Longínquas do que é necessário. Sintonizadas com esperanças De muito egoísmo De pouco altruísmo Mudanças Profundas mudanças Com que se farão novas tranças De um novo poder Que poderá não ser O melhor e mais esperado alvorecer Para um mundo mais cuidado Onde todos possam viver!...
Quando se esvaziam almas de tudo o que pode ser fé Elas que perderam a esperança Resolvem revisitar o material Na busca improvável da fé Na busca insustentável da esperança E experimentam tudo Para fugir Ao que lhes deu cansaço Ao que lhes deu saturação Ao que lhes negou espaço Ao que lhes deveu realização. Não há pior inimigo Do que uma alma fria Obrigada à saudade do calor Que rema sem alegria Para suportar a dor. Expurga para esquecer o traidor!...
E depois das eleições autárquicas uma pergunta às consciências: será que vai começar a arrancada da esquerda que vise a defesa dos direitos inalienáveis do Povo e enfrenta a criminosa ofensiva do capital que tenta desfigurar tudo e mente e mistifica e subverte para escravizar e neutralizar os Povos?....
Avancem para a Vida e desafiemos os que desejam a morte da Vida!...
Quando a cidade é sitiada Pelo próprio rei De dentro para fora Como convém a qualquer traição Importa saber O que irá responder O Povo que a trabalha e sofre e ama. Só a covardia Pode determinar O apoio ao rei Mesmo que outros nomes tenha Para adocicar E se poder suportar A ruína que a miséria dá. Um Povo tem que aprender Que nenhum poder é eterno E que o único soberano É o Povo ou não fosse ele a alma De toda uma cidade Estado. Assim Com toda a calma Vamos saber se é o rei ou o Povo quem está arruinado!...
Ao redor Das fogueiras Das vaidades O rubor Das bandeiras Das cidades Tropeça-nos os dias Desafiando-nos a rebelar. Aproxima-se a rebelião dos tempos adormecidos Que toda esta construção Tudo transforma em desfavorecidos. Remando em mar revolto Cansa corpo Exaure a vida Se vou já não volto Que não falta gume a tanta ferida. Morre lenta e devagar Ave impedida de voar!...
Mudanças. Profundas mudanças. Longínquas do que é necessário. Sintonizadas com esperanças De muito egoísmo De pouco altruísmo Mudanças Profundas mudanças Com que se farão novas tranças De um novo poder Que poderá não ser O melhor e mais esperado alvorecer Para um mundo mais cuidado Onde todos possam viver!...
Quando se esvaziam almas de tudo o que pode ser fé Elas que perderam a esperança Resolvem revisitar o material Na busca improvável da fé Na busca insustentável da esperança E experimentam tudo Para fugir Ao que lhes deu cansaço Ao que lhes deu saturação Ao que lhes negou espaço Ao que lhes deveu realização. Não há pior inimigo Do que uma alma fria Obrigada à saudade do calor Que rema sem alegria Para suportar a dor. Expurga para esquecer o traidor!...
E depois das eleições autárquicas uma pergunta às consciências: será que vai começar a arrancada da esquerda que vise a defesa dos direitos inalienáveis do Povo e enfrenta a criminosa ofensiva do capital que tenta desfigurar tudo e mente e mistifica e subverte para escravizar e neutralizar os Povos?....
Avancem para a Vida e desafiemos os que desejam a morte da Vida!...
sábado, 21 de setembro de 2013
Impressões digitais de um estranho País (cont.)
259 - A direita que nos (des) governa anda a subir de tom no seu cinismo, na sua demagogia, na suya mistificação. Cada dia que passa apresenta mais e mais tiques ditatoriais. Rodeia-se de assessores pagos principescamente. Avançam na destruiçãoi desta democracia e do estado social. Quem chamou de pedagogo ao Nuno Crato, enganou-se: mercenário do capital, anda a destruir o ensino público e, portanto, o acesso da maioria do Povo ao ensino. Curioso: ele e todos os outros deste governo senão fosse a Escola Pública nunca teriam acesso ao que tiveram. A começar pelo próprio Cavaco Silva. E agora armam-se em coveiros?...
A ambição desmedida obcessiva acaba criminosa e é filha do medo. Tudo utiliza para granjear poder. Intriga denuncia enreda empecilha. O seu alvo predilecto: a honestidade. Para almejar mais e mais poder até a própria família Os próprios filhos servem às suas urdiduras e acabam reais vítimas das suas conjecturas. A ambição desmedida não recua ante coisa alguma. A sua natureza e a suya razão tornam-na predadora e tudo isto para a Humanidade é... pura negação!...
Repulsa é o vómito que mais acomete aos que já não têm estômago para tanto malabarismo e ludíbrio e mistificação de um poder que não se reconhece do Povo e contra ele se prepotencia. Há nesta gente qualquer coisa de matrix. De sabujo e erróneo Mascarado de sapiência Sobretudo daquela que apenas considera útil e verdadeiro o que determina. Repulsa é mais do que uma palavra É um sentimento Incómodo porque azedo e fétido que nos traz à boca O que deveria ser expelido pelo ânus. O pior é que se fosse assim Seria sinal de ser excedente de digestão. Sendo vómito é sinal de recusa total na absorção. A repulsa deveria ser incentivada... enquanto esta gente andar a atropelar-nos.
Estamos entre o rio e a corrente: nada nos separa. Se um nos contempla A outra é a viagem que nos leva ao desconhecido Que só o é Enquanto não o visitamos Depois... à barca À barca gentinha Que nada sabeis Do que se adivinha!... e porque se deveria adivinhar?... Não somos bruxos nem pitonisas Mas metemos nos buchos Alguidares de brisas!... empanturrados Cambaleamos entre limbos e infernos Esperançados De que estamos Vitoriosos dos invernos. No fundo... adormecemos... rastejando uma ilusão de anjos!...
A ambição desmedida obcessiva acaba criminosa e é filha do medo. Tudo utiliza para granjear poder. Intriga denuncia enreda empecilha. O seu alvo predilecto: a honestidade. Para almejar mais e mais poder até a própria família Os próprios filhos servem às suas urdiduras e acabam reais vítimas das suas conjecturas. A ambição desmedida não recua ante coisa alguma. A sua natureza e a suya razão tornam-na predadora e tudo isto para a Humanidade é... pura negação!...
Repulsa é o vómito que mais acomete aos que já não têm estômago para tanto malabarismo e ludíbrio e mistificação de um poder que não se reconhece do Povo e contra ele se prepotencia. Há nesta gente qualquer coisa de matrix. De sabujo e erróneo Mascarado de sapiência Sobretudo daquela que apenas considera útil e verdadeiro o que determina. Repulsa é mais do que uma palavra É um sentimento Incómodo porque azedo e fétido que nos traz à boca O que deveria ser expelido pelo ânus. O pior é que se fosse assim Seria sinal de ser excedente de digestão. Sendo vómito é sinal de recusa total na absorção. A repulsa deveria ser incentivada... enquanto esta gente andar a atropelar-nos.
Estamos entre o rio e a corrente: nada nos separa. Se um nos contempla A outra é a viagem que nos leva ao desconhecido Que só o é Enquanto não o visitamos Depois... à barca À barca gentinha Que nada sabeis Do que se adivinha!... e porque se deveria adivinhar?... Não somos bruxos nem pitonisas Mas metemos nos buchos Alguidares de brisas!... empanturrados Cambaleamos entre limbos e infernos Esperançados De que estamos Vitoriosos dos invernos. No fundo... adormecemos... rastejando uma ilusão de anjos!...
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Impressões digitais de um estranho País (cont.)
258 - O Tribunal Constitucional deu razão a quantos proclamavam a inconstitucionalidade para a Requalificação ( despedimento) que o Governo PPD/CDS pretendia impôr à Função Pública. De facto, era uma fraude total e feria os conceitos de segurança laboral, boa-fé contratual e justa causa. Queiramos ou não, o governo não vai desarmar e temos que estar todos alerta para o que possa vir aí. Até porque, o FMI está ao ataque e quer impôr cortes ao salário mínimo nacional e aos restantes salários, públicos e privados. Quer renegar todo o conceito actual de contratação colectiva e individual e flexibilizar e precarizar toda e qualquer relação de trabalho. Regressão completa de ganhos civilizacionais em nome do lucro, da prepotência, da ambição sem limites nem moral, enfim, da retoma do conceito do senhor e do escravo. Será bom que as polícias e os exércitos não seesqueçam que são filhos dos Povos e que apenas são bons enquanto forem úteis para praticarem todo o tiupo de dislates e de crimes que esta gente quiser decretar. Será bom que todos os cidadãos acordem de vez e se oponham de forma cabal a toda esta barbárie que esta gente tem em agenda para o Mundo e, no caso português, como exemplo claro e experiência para depois a inocularem em toda a Europa e restante planeta ( em muitos casos já estão muito avançados). Por tudo isto é que se considera que toda esta gente é criminosa de crimes de lesa humanidade. São racistas sociais, praticam terrorismo social, convencidos de que são os donos da VIDA.
Em tudo isto e por tudo isto, fica um repto a toda a nossa esquerda: mais do que nunca, entendam-se. De molde a que se crie o ambiente necessário à existência de uma alternativa de facto e real para mudanças de políticas que nos estão a matar a todos e ao próprio conceito de País e de Povo e de Cultura.
Escolher, é uma forma de encontrar o ideal possível ao nosso bem-estar. Escolher, obriga-nos ao conhecimento dos diferentes mundos onde poderemos existir. Se não conheces, como escolherás em consciência? Se não conheces, não entendes que as opções são mundos diferentes, diversos entre si, apesar de comunicantes. Escolher, é sorrir ao que nos agrada e ouvir no silêncio os sons do UNIVERSO. Escolher, é movimento, contínuo, tal e qual o pensamento que apenas melhora com a continuidade, reflexão e a tranquila fé na claridade.
Transeunte de um tempo que me agrada e revolta, procuro alavancas de mudança. É da ansiedade?!... nada muda quando não nos mudamos por dentro. Vociferemos contra todos os tronos imbecis e seus dislates. Enchamos ruas e avenidas e praças com todos os coros dos desafortunados. Se não nos mudarmos por dentro, nada mudaremos por fora. Acabaremos empecilhos para os nosso ditos bombásticos que até despertaram esperanças e fés mas nunca solidariedades tão enormes quanto uma mudança necessita para poder dizer: Finalmente existo!...
E tudo isto passa pela consciência colectiva que, não invalidando a individual mas terinando-a para que seja solidária e atenta a tudo e a todos, o planeta necessita e reclama. Além, claro, do indivíduo humano porque está em marcha a sua negação e, por consequência, a negação do ser e de todo o equilíbrio cósmico.
Não deixemos matar a nossa humanidade e saibamos ser humildes para que possamos dar as mãos e mudar o Mundo e estas políticas assassinas.
Em tudo isto e por tudo isto, fica um repto a toda a nossa esquerda: mais do que nunca, entendam-se. De molde a que se crie o ambiente necessário à existência de uma alternativa de facto e real para mudanças de políticas que nos estão a matar a todos e ao próprio conceito de País e de Povo e de Cultura.
Escolher, é uma forma de encontrar o ideal possível ao nosso bem-estar. Escolher, obriga-nos ao conhecimento dos diferentes mundos onde poderemos existir. Se não conheces, como escolherás em consciência? Se não conheces, não entendes que as opções são mundos diferentes, diversos entre si, apesar de comunicantes. Escolher, é sorrir ao que nos agrada e ouvir no silêncio os sons do UNIVERSO. Escolher, é movimento, contínuo, tal e qual o pensamento que apenas melhora com a continuidade, reflexão e a tranquila fé na claridade.
Transeunte de um tempo que me agrada e revolta, procuro alavancas de mudança. É da ansiedade?!... nada muda quando não nos mudamos por dentro. Vociferemos contra todos os tronos imbecis e seus dislates. Enchamos ruas e avenidas e praças com todos os coros dos desafortunados. Se não nos mudarmos por dentro, nada mudaremos por fora. Acabaremos empecilhos para os nosso ditos bombásticos que até despertaram esperanças e fés mas nunca solidariedades tão enormes quanto uma mudança necessita para poder dizer: Finalmente existo!...
E tudo isto passa pela consciência colectiva que, não invalidando a individual mas terinando-a para que seja solidária e atenta a tudo e a todos, o planeta necessita e reclama. Além, claro, do indivíduo humano porque está em marcha a sua negação e, por consequência, a negação do ser e de todo o equilíbrio cósmico.
Não deixemos matar a nossa humanidade e saibamos ser humildes para que possamos dar as mãos e mudar o Mundo e estas políticas assassinas.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Impressões digitais de um estranho País (cont.)
257 - E os senhores sem rosto Preparam a guerra... E os senhores do leme Viram lacaios da vontade dos senhopres da guerra... Ninguém quer saber Das tragédias aumentadas e continuadas e multiplicadas... o que inclui o pós-guerra e a permanência da guerra através de atentados bombistas e outros como os atentados económico-financeiros, as agiotagens crtescentes sobre Países e indivíduos, o atirar para a miséria de tudo e de todos... a humilhação e a indignidade estão a ser semeadas e regadas e adubadas e a crescer sobre os povos e os indivíduos. Alguém pára para pensar?... A guerra movimenta mais do que a Paz.... Assiom o dizem e assim o querem... sôfregos de lucros e sôfregos de vidas sem cuidarem que... quando morrerem... nada levam e nada mais serão doi que um... bocejo de pó. Todas as crises que infectam o Mundo são a mesma e única face Da guerra permanente... do canibalismo patente...para que o lucro cimente um único império: o dos senhores sem rosto.
Somoa um aglomerado de células Em permanente labor químico Com uma fábrica de ideias que não são mais Que deduções... mais ou menos lógicas obtidas pelas sensações Que um estranho sistema eléctrico transporta até aos sensores respectivos?
Uma máquina precisa Fria Para fabricar desordem como experiência de um estranho criador ?
A sabotagem criada pela razão não nos justifica Não nos explica Nem nos multiplica. Cega-nos até ao extremo do nosso próprio extermínio. Os sentimentos são a nossa salvação Sobretudo quando revelam mas nada explicam.
Encontrar Palavra chave Caminho Lucidez Respiração que nos salva quando passeamos Quando saboreamos o cheiro de um mar intenso E de um horizonte tão denso Que nos interna no infinito.
Encontrar o que somos em cada gotícula de vida Olhá-la como se nos víssemos E reflectíssemos Sobre o que nos falta lapidar... em nós e em tudo.
Encontrar O que devemos fazer sem nos subjugarmos a interesses que nos corróiem Que nos destróiem Em nome de normas que nos assassinam.
Encontrar É nascer em cada momento ou não fôssemos uma invenção permanente e contínua.
Há que agir contra os cavaleiros dos múltiplos apocalipses que nos enegrecem os dias e os tornam irrespiráveis.
Somoa um aglomerado de células Em permanente labor químico Com uma fábrica de ideias que não são mais Que deduções... mais ou menos lógicas obtidas pelas sensações Que um estranho sistema eléctrico transporta até aos sensores respectivos?
Uma máquina precisa Fria Para fabricar desordem como experiência de um estranho criador ?
A sabotagem criada pela razão não nos justifica Não nos explica Nem nos multiplica. Cega-nos até ao extremo do nosso próprio extermínio. Os sentimentos são a nossa salvação Sobretudo quando revelam mas nada explicam.
Encontrar Palavra chave Caminho Lucidez Respiração que nos salva quando passeamos Quando saboreamos o cheiro de um mar intenso E de um horizonte tão denso Que nos interna no infinito.
Encontrar o que somos em cada gotícula de vida Olhá-la como se nos víssemos E reflectíssemos Sobre o que nos falta lapidar... em nós e em tudo.
Encontrar O que devemos fazer sem nos subjugarmos a interesses que nos corróiem Que nos destróiem Em nome de normas que nos assassinam.
Encontrar É nascer em cada momento ou não fôssemos uma invenção permanente e contínua.
Há que agir contra os cavaleiros dos múltiplos apocalipses que nos enegrecem os dias e os tornam irrespiráveis.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Impressões digitais de um estranho País(cont.)
256 - Uma vez se acendem incêndios perigosos para a Humanidade: Ontem mesmo, foi confirmado que os USA davam instrução militar à oposição síria em campo secreto na Jordânia, onde se situam os campos maiores de refugiados civis. Prepara-se para a qualquer momento bombardear e destruir o regime sírio. Culpados de combaterem com armas químicas? A oposição síria já deu as coordenadas dos alvos que os USA querem atingir, noticia-se. Cada vez mais tudo se assemelha ao que foi feito, dito, justificado para o Iraque. Hoje, o Iraque é tudo menos um País e pasto da Alcaeda e de outras lutas fratricidas, enquanto as operadoras americanas se banqueteiam com o seu petróleo. A Síria não tem petróleo. Desestabilizando a área, pretende-se atacar o Irão e subjugar tudo ao poderio USA com a Inglaterra e a França a fingirem que são donas do Mundo em parceria. A guerra dá mais proveito do que a Paz? Para os gananciosos, predadores, mentirosos compulsivos e traidores da Vida, parece que sim. A ver vamos. A Rússia e a China vão assistir a tudo impávidas e serenas? A Reserva Federal Americana vai, mais uma vez impôr o poderio do dólar e, portanto, da hegemonia USA? Para já, Obama já não é mais do que um títyere destes interesses obscuros.
Entretanto... aumenta a pressão para destruir poor completoi a Administrração Pública portuguesa. Atirar para fora os assistentes operacionais e assistentes técnicos, por agora, já que o governo já admitiu que o resto iria a seguir, significa a privatização da maioria do sistema público, isto é, a empresarialização do Estado. Aparentemente o Povo resigna-se a tudo isto. Aparentemente, esta gente parece estar a ganhar a guerra económica e social que declarou ao seu próprio povo. A destruição de tudo o que a Revolução de Abril tinha trazido de positivo. O que inclui o próprio Serviço Nacional de Saúde. Aparentemente, a miséria será a nova pátria de largas faixas de portugueses. Aparentemente....
Estamos a construir a maior derrota: Da Vida e do Ser Humano. Em marcha não apenas a escravização como a robotização de gerações futuras. A loucura desta gente não tem nome nem classificação.As políticas seguidas por estes governos sob exigência alheia e obediência cega dos lacaios de sempre, são, cada vez mais, crimes contra a Humanidade.
Dizia um cientista, há dias, que, no futuro, só terá trabalho quem for portador de um determinado chip. Ficção ? ISto e muito mais está a ser desenvolvido, entre outros, em laboratórios privados dos USA, em nome do progresso. Qual? Agora que se incendiou um dos maiores Parques Naturais dos USA, como pensam ter futuro? Precisam, de facto, de dominar por completo o Mundo. Será que tudo e todos o vai aceitar?
Entretanto... aumenta a pressão para destruir poor completoi a Administrração Pública portuguesa. Atirar para fora os assistentes operacionais e assistentes técnicos, por agora, já que o governo já admitiu que o resto iria a seguir, significa a privatização da maioria do sistema público, isto é, a empresarialização do Estado. Aparentemente o Povo resigna-se a tudo isto. Aparentemente, esta gente parece estar a ganhar a guerra económica e social que declarou ao seu próprio povo. A destruição de tudo o que a Revolução de Abril tinha trazido de positivo. O que inclui o próprio Serviço Nacional de Saúde. Aparentemente, a miséria será a nova pátria de largas faixas de portugueses. Aparentemente....
Estamos a construir a maior derrota: Da Vida e do Ser Humano. Em marcha não apenas a escravização como a robotização de gerações futuras. A loucura desta gente não tem nome nem classificação.As políticas seguidas por estes governos sob exigência alheia e obediência cega dos lacaios de sempre, são, cada vez mais, crimes contra a Humanidade.
Dizia um cientista, há dias, que, no futuro, só terá trabalho quem for portador de um determinado chip. Ficção ? ISto e muito mais está a ser desenvolvido, entre outros, em laboratórios privados dos USA, em nome do progresso. Qual? Agora que se incendiou um dos maiores Parques Naturais dos USA, como pensam ter futuro? Precisam, de facto, de dominar por completo o Mundo. Será que tudo e todos o vai aceitar?
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Impressões digitais de um estranho País (cont)
255- Diz um velho aforismo popular que ninguém deve cuspir ou morder a mão que lhe deu, dá ou dará de comer. Isto visava alertar para que ninguém fosse ingrato. Hoje em dia, tal aforismo pode ter umaleitura mais grave: limitação do livre arbítrio, ou seja: DA LIBERDADE INDIVIDUAL. Dizia o Padre Américo que não se deve dar a um esfomeado uma caixa de bolos porque o poderemos matar sem que o quiséssemos. Significa tudo isto que, quando se dá algo a alguém, não devemos esperar qualquer troco mas, também, não deveremos cercear a liberdade de quem recebe ao ponto de lhe impormos seja o que for. A consciência individual não deve ser violentada nem cerceada. Posto isto, ficamos admirados com a quantidade de gente que se julga alcandorada a qualquer degrau social e tudo faz para ter reconhecimento como tal, o que inclui vender a alma ao diabo, como sói dizer-se. Que a direita tenha os seus filhotes e serventuários de sempre, tudo bem. Agora que surjam outros que já foram e são vítimas de políticas assassinas dos seus futuros ( e dos seus presentes) COMO PALADINOS DO VIRTUOSISMO desta direita... é estranho. Talvez não: anda por aí muita gente que, sendo Povo, não o aceita como raíz e vê a colagem à pequena ou à média burguesia como um novo batismo, uma ressurreição como se a génese de tudo pudesse ser apagada do nosso DNA. Cada vez mais, as sociedades reclamam o poder dos Povos, como estrada para o bem comum e um consequente futuro melhor. Toda esta gente vê isto como... o servir-se para bem de alguns e, escandalosamente, ignorar o Povo que são. Não basta dizermos que tudo isto está mal. Que a corrupção material e espiritual desta direita é indesmentível. Que a traição ao seu semelhante é por demais evidente. Há que ter atitude. Mas...
Se não há palavras para mim Como hei-de ter palavras para ti?!...
Tudo na Vida se vai transformando Mas o que o ser humano transforma É muito menos humano E quase sempre fora de norma. Olhando a História Os impérios foram ruindo As barbáries substituindo Até se tornarem novos impérios. Todos clamaram por deuses Todois apelaram por deusas. Quando partiam para as guerras Tanta vez ai tanta Pediram ao mesmo deus A vitória para si E o infortúnio para o semelhante. Tudo isto é loucura Que tem feito dos anjos caídos Teimosos substitutos de deuses E só raivosos Enquanto não vencemo efémero que são.
Será que sabem?
Se o soubessem não porfiavam tanto por malbaratarem a Vida com todas as ambições e ganânciasd e gulas e agiotismos e difamações e... tudo o que semeia e espalha a fome e a doença e a morte prematura a tanto ser humano e a toido o ecosistema que ainda mantém este Planeta como vivo e azul. E já agora: depois dos incêndios que tanta criminosa insensatez tem feito multiplicar o dano neste País e não só, será que seremos capazes de reconstruir e melhorar o que resta da floresta que nos sustenta a vida? Os governantes que não planificam a recuperação de tais feridas, que não promovem a prevenção, que não melhoram as condições do socorro e de quem o presta, são também passíveis de crime contra a humanidade. Claro, se vivêssemos numa verdadeira democracia e fôssemos obreiros de um mundo melhor.
Se não há palavras para mim Como hei-de ter palavras para ti?!...
Tudo na Vida se vai transformando Mas o que o ser humano transforma É muito menos humano E quase sempre fora de norma. Olhando a História Os impérios foram ruindo As barbáries substituindo Até se tornarem novos impérios. Todos clamaram por deuses Todois apelaram por deusas. Quando partiam para as guerras Tanta vez ai tanta Pediram ao mesmo deus A vitória para si E o infortúnio para o semelhante. Tudo isto é loucura Que tem feito dos anjos caídos Teimosos substitutos de deuses E só raivosos Enquanto não vencemo efémero que são.
Será que sabem?
Se o soubessem não porfiavam tanto por malbaratarem a Vida com todas as ambições e ganânciasd e gulas e agiotismos e difamações e... tudo o que semeia e espalha a fome e a doença e a morte prematura a tanto ser humano e a toido o ecosistema que ainda mantém este Planeta como vivo e azul. E já agora: depois dos incêndios que tanta criminosa insensatez tem feito multiplicar o dano neste País e não só, será que seremos capazes de reconstruir e melhorar o que resta da floresta que nos sustenta a vida? Os governantes que não planificam a recuperação de tais feridas, que não promovem a prevenção, que não melhoram as condições do socorro e de quem o presta, são também passíveis de crime contra a humanidade. Claro, se vivêssemos numa verdadeira democracia e fôssemos obreiros de um mundo melhor.
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