terça-feira, 20 de setembro de 2011
Impressões digitais de um estranho País ( cont.)
180 - E o barril de pólvora em que alguns transformaram e insistem em transformar este multicentenário País Aumenta agora com a dívida escondida da gestão madeirense de Jardim e seus apaniguados: PSD no seu melhor.Fizeram obra social? De certo que sim. Concretizaram obra pública de monta? Obviamente que sim. Será que as empreitadas e concursos correlativos foram tão honestos e transparentes ( ou seja preço justo) como convém à gestão pública? Como se justifica esta ocultação deliberada da dívida? E como os credores( quem são?) se mantêm tão calados e felizes? O caciquismo levado ao extremo pelo desbragado Jardim tem dado maiorias sucessivas ao PSD mas...O REI VAI NÚ!...tal e qual como este novíssimo Passos Coelho: há que lhe dar os parabéns. No seu último périplo pela União Europeia mostrou-se exímio vendilhão do seu País. E aperalta-se todo a fazer pose de estadista. O problema é que ser bom aluno do que determina o Capital e os ditames direitistas desta actual capitania da União Europeia Não é Nem nunca foi Nem será hipóteses de vir a ser acto ou arte de grande estadista.Adicionemos a isto a insensibilidade pedagógica do professor Crato que até nem exita condenar à info-exclusão dos novos alunos neste ano da graça de 2011 é... no mínimo...surreal.Para já não do híper-surrealismo do eio escondido ministro da economia regressado do Canadá com áurea de estrela...salvadora.Valha-nos tanta arrogância e cinismo e hipocrisia nestes verdugos de Portugal. A troika quer mais sacríficios? Se já demos mais do que a conta Nada nos custa dar de novo o dobro ou o triplo para que o Capital não se zangue e... ao fim e ao cabo a culpa foi só do PS socratino. Foi? Então e todo o historial que vem desde os velhos tempos governativos de Cavaco Silva? Óbvio: o PS tem um problema de alma: descai facilmente para a direita e acabou de ser um bom aluno do capital. Agora quer mudar. Quer mesmo? As crises servem para todas as receitas e para todas as caldeiradas e golpes... de asa ou de ausência desta. Quando um governo se arroga o direito de cortar ou de minguar ou de eliminar direitos sociais e condenar à miséria ou ao miserabilismo a maior parte dos seus concidadãos teremos de admitir que estamos ante terrorismo político que visa...de facto... alterar o sistema e a sociedade mas...para algo de menor humanidade e potencializável de maior exploração do homem pelo homem. Dizem que temos que nos sacrificar para melhorar a pujança da Banca mas... esta cada vez mais ajuda manos o cidadão ou a pequena ou a média empresa.E já nem se fala na agiotagem que ela pratica quase a rivalizar com as chamadas Sociedades Financeiras que até apregoam ser energia para viver quando apenas distribuem energia para morrer. De novo o inefável Relvas congratula-se com a melhor e maior formação dos jovens o que permite exportar cérebros para o Mundo. Claro...pelo meio vem dizer que o País deverá utilizá-los melhor. Como? Não investindo no sector produtivo? Esmagando-os e aos demais cidadãos com proventos que mal dão para respirar?Além do mais nunca vimos um governo tão regozijante com tudo Quando já não temos independência ou soberania. Tudo foi hipotecado ao lucro ( de alguns) que nem sequer fica ou mora no País.
Impressões digitais de um estranho País ( cont.)
179 - Andamos todos assoberbados com as ondas de choque da sismologia relativa à crise económico-financeira. A Europa treme ante a derrocada grega ( cujo regabofe da direita respectiva foi apadrinhada pela Alemanha entre outros). Agora já começam a encarar a formulação dos Estados Unidos Europeus : A ideia federativa que sempre presidiu à ideia desta União mas que foi sempre adiada e silenciada e negada por medos e oportunismos vários. Pelo meio A direita caseira ou eurpopeia empenha-se em fortalecer a burocracia de Bruxelas Esmiufrando os bolsos ao cidadão enquanto lhe cerceiam direitos sociais que mais não são do que direitos humanos.Cá por casa Empertiga-se o nosso primeiro e a par do seu ideólogo de serviço o inefável Relvas Anuncia uma reforma total do Estado enquanto promete aquecimento para o inverno das Escolas sem o Ministério da Educação ( se o Ministério não paga Sempre haverá Autarquias ou Comissões de Pais ou Empresas Locais que se condoam e paguem as facturas energéticas) Mas nunca recuando na liberilazação das energias. Pelo meio promete reforçar a solidariedade social( leia-se caridade institucional: primeiro empobrece-se o cidadão Depois dá-se esmolas que temos que ganhar o céu). Ao mesmo tempo Degrada-se a Saúde e a Eduacação e a própria Segurança Social. A inefável descida da Txa Social Única: o maior desastre decisório segundo o economista José Gomes Ferreira ou não coloque em risco as reformas futuras. Mas há que encher os bolsos enquanto é tempo às seguradoras e à banca e ao capital sem rosto nem nação. Todos eles sabem que andam na azáfama de criar as auto-estradas e os TGV's de uma guerra generalizada neste planeta(ainda)azul. A ganância e a ambição não páram de parir crimes contra a Humanidade e a Natureza.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Impressões digitais de um estranho País ( cont.)
178 - A esquerda abriu portas à Liberdade e aos direitos sociais. Pé ante pé O conservadorismo voltou Até que festejou o voto em massa que o Povo lhe dedicou. As crises são o fogo em que o Povo se queimou e a sela em que o conservadorismo sempre se sentou E cavalgou E cavalgou. "Tiram-nos da miséria e põem-nos a pedir": velho dito da rua que acabou cara e nua e crua. Das mil traições de quantos só foram de esquerda enquanto a conveniência existiu Fica-nos o sabor amargo.Logo que puderam Viraram conservadores Sem entenderem que Abrindo as portas aos velhos senhores Ficariam de fora porque eles não gostam de traidores embora e apenas os usem para alcançarem os seus desígnios. Assim: in-de-ci-fra-vel-men-te Todos os poderes se abatem sobre o que somos i-ne-xo-ra-vel-men-te!...Porque não haveremos de reagir i-nex-pli-ca-vel-men-te?... Só não teremos tempo in-du-bi-ta-vel-men-te Se desistirmos de ser gente!...
Por aniversário... ramos de chuva e a incerteza de tudo por sofá solitário. Se se senta Olha-se o horizonte e vislumbramos as lágrimas de Gaia ao pôr do sol. De manhã ela terá o rosto enxuto Olhando Duro O caminho Seixo que Correndo Abre um esteiro na água do lago. Resistir à destruição dos sorrisos ? De qualquer das formas É PRECISO.
Não há mais que um pouco de vento soprando Assobiando por entre as árvores e outros caminhos. As mantas não são linhos E os ventos vão ventiçando Ao arrepio da normalidade. Ameaçam-nos a dignidade e cantamos barcas Que ainda não zarparam Mas que não tarda Hão-de navegar contra os que nos ameaçam a Liberdade que mingua quando tudo se nos empobrece. Sentir o vento É ouvir o pensamento que nos engrandece quando nos levanta e ergue contra a desilusão e o terramoto de todas as traições.
Por aniversário... ramos de chuva e a incerteza de tudo por sofá solitário. Se se senta Olha-se o horizonte e vislumbramos as lágrimas de Gaia ao pôr do sol. De manhã ela terá o rosto enxuto Olhando Duro O caminho Seixo que Correndo Abre um esteiro na água do lago. Resistir à destruição dos sorrisos ? De qualquer das formas É PRECISO.
Não há mais que um pouco de vento soprando Assobiando por entre as árvores e outros caminhos. As mantas não são linhos E os ventos vão ventiçando Ao arrepio da normalidade. Ameaçam-nos a dignidade e cantamos barcas Que ainda não zarparam Mas que não tarda Hão-de navegar contra os que nos ameaçam a Liberdade que mingua quando tudo se nos empobrece. Sentir o vento É ouvir o pensamento que nos engrandece quando nos levanta e ergue contra a desilusão e o terramoto de todas as traições.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Impressões digitais de um estranho País (livro em construção)
178 - A caminho de uns dias de repouso Alice surge e diz que a governação anda a trocar os vês pelos bês. Nada se faz para impedir a sangria de milhões que voam para os paraísos fiscais. A propósito: seria democrático saber-se quem são os ilustres patriotas que fogem aos impostos e nos roubam o sangue. Ah... saudades dos vampiros do Zeca Afonso. Se ouvirem a obra discográfica do Barata Moura... até se arrepiam com a hodiernidade das suas canções. Desmascaram toda esta cáfila de mafiosos que se arrogam o direito de tudo sacarem ao Povo para que possam engordar os seus pecúlios que... ainda por cima... se situam em paraísos fiscais.O desemprego sobe em flecha. Não falemos do de longa duração: o arrepio era maior.Há dias diziam-nos que os governos ameaçam-nos com a chegada dos lobos se não formos concordantes com estas políticas de total saque do que somos. Pois ... será bom dizer-lhes que... um dia destes vão verificar que os lobos seremos nós... os que estão fartos de ser carneiros e sistematicamente ludibriados pelas airosas promessas que nos têm levado à miséria. Não se entende, como diz Alice, toda esta sofreguidão de lucros e mais lucros e de tudo expoliarem aos simples cidadãos. Quando morrerem nada levam para o outro lado.Nem será liquído que os seus descendentes se os tiverem continuem a ser donos de algo que seja.Morrem... tanta vez eivados de doenças...para quê? Qual o prazer de darem cabo da vida... do planeta... dos seus semelhantes? Nem a cultura lhes escapa. Só apreciam o que não lhes é incómodo. Pobres néscios. A vida que a vida tem é superior a todo o seu culto materialista.Não tardará a paga dos seus actos.Nem sequer é ameaça. Apenas a lei da vida.Por mais que mistifiquem...não encobrem os seus crimes contra a Humanidade mesmo qu7e esta seja o seu vizinho ou o seu familiar. E tais crimes a Vida nunca lhes perdoará.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Impressões digitais de um estranho País (livro em construção)
177- Não há como dar tempo ao tempo.Imagine-se o que o Mundo pode pensar de um País à rasca. Onde os grandes sábios do conservadorismo e muito sedentos de capital Aconselham todos os sacrifícios ao seu semelhante ( eles creem-se diferentes e especiais) e... em Março do corrente ano de 2011...quando o País e o governo estava aflito por crédito...transferiram alegremente quase quinhentos milhões de euros para paraísos fiscais. Até agora e segundo dados do Banco de Portugal os milhões são mais que muitos e continuam a somar em transferências. Pena seja que não publicitem os nomes dos autores.Teríamos todos muitas surpresas e veríamos de que massa são feitos estes cidadãos exemplares e sempre prontos a dar receitas para ultrapassar as dificuldades.Nunca para eles. E é esta gente que depois empresta dinheiro aos Estados. Tal e qual como a mega fraude agora descoberta e que lesou empresas portuguesas.Imaginemos uma grande agência financeira que tem base nos EUA e diz ter escritórios pela Europa fora.Por cá tem ligações muito íntimas com o CDS/PP.A burla consta de emprestar dinheiro às empresas com dificuldades ajudá-las na gestão e depois de muitas promessas e poucos actos assenhoreiam-se das mesmas e deixam os empresários na falência com débitos enormes e sem as empresas.Ah... durante a última campanha eleitoral patrocinaram visitas de campanha ao inefável Paulo Portas que as apresentava como modelos de êxito.E depois dizem que exageramos quando dizemos que temos um País onde a corrupção é o cerne da vida destes inefáveis governantes económicos e políticos. O problema de fundo que a todos se coloca é: O Povo acaba estúpido por se fingir ou ser ignorante.É fácil dizer que não queremos saber de política.O problema é que tudo o que envolve a vida é político.Se não formos atentos ao que nos rodeia e acontece no mais ínfimo pormenor... acontece-nos o que nos acontece.De votação em votação escolhemos os carrascos que nos aviltam e roubam e sugam e escravizam.Ainda querem continuar a fingir que não acreditam e que tudo é para repôr o sol nas nossas vidas? Razão tinha Alice quando se interrogava : Não conseguimos correr com esta sacanagem?!...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
impressões digitais de um estranho País ( livro em construção)
176 - Com o mundo às avessas Alice fica de boca aberta e olho arremelgado ao ouvir o nosso inefável Primeiro-Ministro No púlpito do Pontal A dizer que é melhor a oposição não seguir a via da contestação às medidas de austeridade anunciadas ou a anunciar. E este dizer tem muito de ameaça velada. É o mesmo que dizer: tiro-vos a alma mas...resignai-vos...é para vosso bem!... Palavra de honra!...Alice diz:estes senhores estão a destruir a democracia. Esta gente Assenhoreia-se do voto dado para fazer e desfazer Ao correr dos interesses que servem a vida de todo um Povo. A contestação está a levedar.Desde as forças de segurança até ao exército que incorporou gente a mais do que o determinado pelos políticos. A economia do País está a estagnar. Não há crescimentonem desenvolvimento. Trabalho é coisa difícil de encontrar. Quando acontece... é pelos mínimos.Salariais e de tempo.Sempre com o máximo de obrigações.O respeito pelos outros está em diminuição acelerada no mundo do Trabalho e da Produção. Entretanto dispara o custo de vida Enquanto se taxa e se retaxa os vencimentos que se tornam anões. De facto há algo que não se entende: onde devem e podem cortar Não o fazem ou fingem que o fazem. Aos que trabalham Aos reformados e aos desempregados infernizam-lhes as vidas que já são de sobrevivência pura.No fim disto tudo Têm ainda o desplante de virem aconselhar a não contestação Ou seja: a resignação e a docilidade dos escravos que obedecem à força. Só lhes falta repetir que é dos pobres e dos simples o reino dos céus!... a jactância do conservadorismo mais feroz No seu melhor.E assim corre e escorre um País que se vai desfazendo nas águas turvas da ferocidade do capital.
Por outro lado e nova realidade Há um sentimento de repulsa De vergonha De tristeza máxima porque:fizémos uma revolução para repôr a Democracia política e social e económica. Conquistámos direitos humanos ( mesmo quando lhes chamamos laborais ou sociais). Não soubémos foi evitar a corrupção e o abuso dos diversos poderes. Não soubémos evitar o desfazer dos valores éticos e morais.Não soubémos honrar a dignidade de sermos um País e uma cultura com mais de oito séculos de existência.Como diz Alice:perdido o País das Maravilhas Arrasta-mo-nos pela adversidade total que criámos ou ajudámos a criar Tanta vez pela indiferença e oportunismo Que um desalmado egoísmo de trampa nos injectou. Porém e ante tanto desaforo será que ainda nos coibimos de contestar a mais avassaladora traição que nos cozinha o desaforo e nos serve a miséria? Que Mundo estamos a legar aos que nos seguem?
Por outro lado e nova realidade Há um sentimento de repulsa De vergonha De tristeza máxima porque:fizémos uma revolução para repôr a Democracia política e social e económica. Conquistámos direitos humanos ( mesmo quando lhes chamamos laborais ou sociais). Não soubémos foi evitar a corrupção e o abuso dos diversos poderes. Não soubémos evitar o desfazer dos valores éticos e morais.Não soubémos honrar a dignidade de sermos um País e uma cultura com mais de oito séculos de existência.Como diz Alice:perdido o País das Maravilhas Arrasta-mo-nos pela adversidade total que criámos ou ajudámos a criar Tanta vez pela indiferença e oportunismo Que um desalmado egoísmo de trampa nos injectou. Porém e ante tanto desaforo será que ainda nos coibimos de contestar a mais avassaladora traição que nos cozinha o desaforo e nos serve a miséria? Que Mundo estamos a legar aos que nos seguem?
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Impressões digitais de um estranho País ( cont.)
175 - Alice perdeu o País das Maravilhas. Tem andado por aí Desvairada Aturdida Empecilhada por todas as crises.Pobre. Arruinada.Triste. Dando de caras com a Troika e a sua última avaliação: TSU terá que ir para os 6 ou 7%. Grande bodo ao grande patronato. Alice ri. Bandeiras despregadas. Polícias e militares começam a ficar irritados com congelamentos de carreira e sub-orçamentação.Aumentos dos transportes e diminuição de todas as regalias sociais O que inclui reembolsos clínicos. Regalias? E então os nossos impostos têm servido ou servem para quê? O governo prepara-se para o uso e abuso dos fundos e das reservas da Segurança Social. Para outros fins, Sintomático. Aumenta-se o roubo legalizado. Alice diz: o governo está de gatas e abana o rabo ante a Troika. Aumenta o gaz e a electricidade e a água. Esta Troika é insensível ao Povo e aos Povos. Defende apenas o grande capital. Exigem subserviência absoluta. Incluso a perca total da soberania.Tem um total desprez0o pelas culturas. Não são formados. São apenas e tão só formatados para trair or Povos e servir o grande capital... mundial.A Troika dá ordens ao governo. Se não cumprir... leva tautau.Onde fica o brio pseudonacionalista de um Miguel Relvas ou de um Passos Coelho ou de um Ângelo Correia entre outros conhecidos marcelistas travestidos de democratas? Onde pára a fala barata de um Paulo Portas? Até Mário Soares já considera que este governo está a destruir este País. Claro que está. Mas que não se esqueça o Mário Soares de que foi ele o primeiro a abrir a porta à deriva conservadora e liberal e tecnocrata que por cá campeia. Alice chora. Alice ri. Alice opina: e o raio deste Povo Mergulhado em festas e arraiais e praias de ao pé da porta e incêndios e sem dinheiro para tudo o que precisa O que inclui a Saúde e a Educação dos filhos e dos netos... porra... como e quando reage? É só trolaró e resignação?É só lamentação de café? E quando não houver dinheiro para tanta caridade? E quando a violência gratuita generalizar o crime e nada resolver? Para quando uma tomada de consciência que leve todo um Povo a agarrar a vida pelos cornos?Porque não erguer o forcão das campeias e afastar de vez todos estes vendilhões do País e dizer-lhes Cara a cara Que são ladrões de tudo e até da alma portuguesa que foi seu berço E como tal merecem ser condenados ao trabalho forçado Restituição das fortunas indevidas que têm acumulado à custa do Povo a quem tudo prometeram e tudo roubaram E viver à míngua a que têm e estão a condenar o seu próprio Povo?! Alice entorna o seu vinagrete sobre a claridade dos dias E olha Abespinhada Para toda uma paisagem que agoniza devagar Tão devagarinho Que até dá raiva!...
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